sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Sampa!

Êêêê!! Finalmente chegou o dia de eu cair fora de Belém. Chega, né.. Todo mundo perguntava: "Tu é doido? Ficar em Belém até dia 26?" Eu disse: "Quem vai ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou!" Hehehe...

Passei o Natal na casa do Cecílio, regado de muita comida e torta alemã. Nossa, engordei bem uns 4kg nessa brincadeirinha aí. Antes de ir embora, não pude deixar de flagrar uma cena como essa, homenageando o nosso amiguinho Buster Keaton, o Juvena:

Eiii, mahhh...

Por incrível que pareça, os meus vôos não atrasaram. Nem BEL - BSB nem BSB - CGH. Ótimo... Minha irmã (Yato) foi me buscar no aeroporto. Dormi na casa da Tia Vera, Wellington e Luiz - meus amigos de infância.

Hoje, fomos comer comida chinesa numa galeria perto da Rua 25 de Março (Éééé, a famosa 25!), reduto da Máfia Chinesa. Hahaha...
Pedi um to-fu com carne moída, uma acelga refogada e um yakisoba. Comemos muuuito, e quando a minha barriga estava prestes a estourar, a mulher traz um tigelão de sopa de won-ton, um pastelzinho de massa fina recheado com carne suína. A gente caiu na gargalhada, porque o Wellington já não agüentava mais, minha irmã nem se fala. E eu esqueci que tinha pedido a maldita sopa.. Putz! Resultado: Tive que catar o que tinha dentro da sopa e coloquei numa embalagem para comer mais tarde.


Após o almoço, o Wellington foi trabalhar no BB e minha irmã foi para a casa dela buscar algumas coisas. Eu fui comprar um chip da TIM (Quem quiser o número é só pedir), comprar um Bilhete Único e um cabo USB para o meu modem da Vivo.

Ah, o Bilhete Único. É um cartão de passagens, como existe na maioria das capitais do Brasil, sendo que a maneira que ele é utilizado aqui em São Paulo é bem interessante.
Você compra o Bilhete (cartão) por R$ 11,50 nos postos de venda, e já vem o valor do bilhete na recarga. Você pode utilizar o bilhete nos ônibus da Cidade de São Paulo (exceto Região Metropolitana), no Metrô e nos Trens (CPTM). O bilhete custa R$ 2,30, e no caso de ônibus, ao passar pela catraca, você terá 2 (duas) horas para utilizar 4 (quatro) trechos de ônibus sem pagar nada. É só passar novamente o cartão no aparelho que ele irá liberar a catraca sem descontar nada. No caso do metrô, cada vez que você passar pela catraca ele desconta R$ 2,30. No caso de você pegar um metrô e um ônibus (ou vice-versa) dentro do período de 2 horas, só será cobrado R$ 1,20 na segunda vez (R$3,50 pelos 2).

Quando o Wellington saiu do trabalho, fomos ver as decorações de Natal dos bancos na Av. Paulista. São vários bancos com decorações uma mais bonita que a outra. Até nisso os bancos têm concorrência...
O maior de todos eu acho que é o do Banco Real, onde tem uma exposição dentro do prédio:


Nem a Mamãe Noel eu perdôo...

Como sempre, destruindo tudo que vê pela frente. Sou mesmo um parasita!



Ho ho ho..


Yato, eu, Wellington e Lidi

Muah!!

Ah, quero esse ursinho de presente de Natal!!

I've got the power!

Em seguida veio o Banco Bradesco, que esse ano não foi muito feliz em colocar uns bonecos gigantes. Ano passado foi melhor..

No Itaú Personnalité, de meia e meia hora um coral com bonecos faz apresentações de Natal. Nessa foto, o segurança quase voou em cima de mim quando me viu segurando nos chifres do Elmar.

Elmaaarrr!!!

Vista externa do Banco Real

MASP - Museu de Arte de São Paulo, onde eu roubei os quadros do Portinari e Picasso.

À noite, fomos ao Black Dog, uma lanchonete de hot-dogs que fica nas proximidades da Av. Paulista. No começo, era só um carrinho na Av. Paulista. Depois, o cara abriu uma loja e agora tem franquias por toda a cidade. Eu lembro quando era só um bequinho escuro e ficava cheio de gente do lado de fora. Hoje a lanchonete tem um amplo espaço e fica do lado oposto da rua, aberta 24 horas. Os hot-dogs são enormes, têm recheio de purê de batatas e queijo parmessão e o trio (hot-dog + refrigerante ou H2OH 500ml + batata média) custa entre R$ 11 e R$ 14. Os mais gostosos são os defumados, pois as salsichas comuns o preço é salgado e eu já comi melhores, inclusive em casa.

Nhac!

Beijo na bunda! Ho ho ho..

domingo, 16 de dezembro de 2007

Fim

O Ten. Nivaldo nos alertou anteriormente sobre as motos, dizendo que era perigoso andar de moto sem capacete e ainda mais sem ter habilitação, que não se sabiam a origem da moto, se o Detran te parar no meio da rua vocês estarão lascados, que eles alugam a moto para qualquer um, blablabla, enfim. Um monte de merda. Como sempre, colocando terra para que não andássemos de moto. Não adiantou. Parecia mais propaganda dos Rent-a-moto do que do Detran. O Edivaldo e Nunes caíram feio, mas ninguém se arrependeu..

No dia anterior, tinha ido ao Papy Dance, um galpão onde o pessoal dançava brega em Breves. O lugar tava vazio, porque hoje iria tocar Jeito Inocente e outras bandas e o pessoal estava juntando dinheiro para ir nesse. Chegamos 4:00 no navio, e ficamos conversando até o dia amanhecer. Só dormi às 5:30 e quando deu 10:30 o Zebu me acorda: "Ei Wei, bora fazer rally!"
Na hora, me levantei e fui embora. Novamente, para o igarapé.
O caminho já estava tão manjado que nem percebi quando chegamos. Parecia até que estava indo para o sítio da Vovó durante as férias.. Chegando lá estava lotado de gente, pois era no domingo e lá era o único espaço para lazer em Breves. O pessoal das comunidades ao redor do Pesque Pague haviam levado vários produtos rurais para serem prêmios no bingo, arrecadando fundos para a construção de uma nova igreja.

O pessoal que foi pela primeira vez andaram de piroga,

e eu aproveitei para tomar um chimarrão com a Vovó Lourdes.



Daniel Lima

Neta da Dona Lourdes


Hoje parecia que os animais estavam de bem comigo.
O tucano deixou eu alisar ele todinho e peguei até no bico dele..

E até o bichinho chato que ficava nos perseguindo quando chegamos de moto no Pesque Pague virou meu amigo. Comeu na minha mão e me deixou alisá-lo.



Comemos peixe (novamente), e quando voltamos a Breves, a chuva caiu mais forte que nos dias anteriores. Fiquei todo encharcado, mas valeu muito a pena. O Zebu meteu a Tornado a 94km/h na areia, e as gotas de chuva pareciam balas na pele. O regresso era as 18:00, e o navio desatracou às 20:00.


Refeitório do N/A Pará


Aproveitei para tirar uma foto minha no navio para o calendário no mês de dezembro para que vocês possam baixar e colocar como plano de fundo.

Very sexy!! Wa wa wee wa!! Niiiice!!!

Quedas e arranhões à parte. o Aspirantex foi muito bom, e Breves deixou saudades. Para alguns, não passou de um simples embarque e perda de tempo no porto, sem mais o que fazer. Para outros, muita alegria e emoção nas estradas de barro. Mas o mais importante foi que a turma toda ficou reunida pela última vez, tirando muita onda. E assim que chegarmos em Belém, todos irão definitivamente se separar.

Irei passar o Natal em Belém, e dia 26 viajo para São Paulo.
Beijos na bunda!

sábado, 15 de dezembro de 2007

Churrasco AABB

Depois de muitas aventuras, hoje foi o dia de relaxar.
Inventaram um tal de churrasco na AABB, onde o navio iria fornecer a carne e a bebida ficaria por nossa conta, 10 reais a cabeça. Andamos mais de 30 minutos debaixo do sol quente até chegar lá. De moto é num instante, NUNCA imaginava que iria demorar tanto de expresso canelinha.. Chegando lá, regra número 1 - cair na piscina e descer de tobogã.


Aaaaaaa


=P pa tu, ó!

A carne do churrasco. Que delícia, hein?! Hahaha...

Olha a cara do mudo após a queda de ontem.. tadinho!

TOZINNN!!!!

Olha como ele se parece com o Beetlejuice...

Negón com fome, né?

Aiii, quanta formiga..

Passa a mão na perna, isso!!

Salva-vidas de aquário

Boca-de-Véaaaaa

Jurin & Sil

Só lazer!!!


No mais, tô indo embora, baby..

Beijo na bunda!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

UHUUUU!!!!

Assim que nos liberaram após as aulas bestas, todos correram atrás de moto para alugar.
Como era meio dia, muitas lojas estavam fechadas e alguns ficaram sem moto. Eu estava esperando aparecer alguém para dividir a moto, mas só sobraram Bis, que são uma porcaria para andar na lama. Acabei indo com o Brokin, na Bros que ele alugou.
Até tentei andar de trás na garupa para tirar fotos, mas achei muito perigoso porque quando a moto arranca ela me joga para trás. Juntamos 10 motos e fomos todos ao pesque pague.


Bora ZEBUUUU!!! Sil, cuidado...

Boladão e Elmar

Guerreiros do Congo

Cruz, o louco

Desta vez, chegamos mais rápido. Foram 35 minutos de muita poeira e barro. Apesar de usar óculos, mesmo assim fiquei com os olhos cheios de areia.
Ao chegar, fui logo pedindo o peixe, pois demorava quase 1 hora para ser assada na brasa.
Enquanto isso, fomos andar de piroga e tomar banho no igarapé.

Dyângelo, seu monstro! Afundou a piroga.

Zebu

Digu e Natally

Eu amo esse tucano!!!

Quando saiu o peixe, já estava morto de fome. Olha só o tamanho dele!!

O peixe era da região, o Tambaqui, criado nos tanques do pesque pague. Media uns 35cm e custava R$ 25,00 já incluso a guarnição (feijão, arroz e salada) e serve 6 pessoas. Muito barato por sinal. A carne é muito macia e os espinhos são enormes, então não precisa ficar catando, com exceção na parte perto do rabo. Enchemos o bucho, e enquanto isso o Wamser estava pescando no tanque. Do jeito que não gosto de pescar, corri até lá e cheguei a tempo antes da chuva cair.


Coloquei uma isca no anzol e logo pesquei um Tambaqui:

Devolvemos o peixe ao tanque e fui ensinar ao Zebu como se come feito uma galinha:

Começou a aproximar a nuvem, e fomos embora logo. Me despedi da Dona Lourdes e pegamos a estrada. Na saída, o Gomes passou voando e me nos deu um banho de lama. O problema não foi molhar a roupa, mas sim a câmera, que custa caro. Tivemos que parar para que eu limpasse a lente, e então prosseguimos. Detalhe: A moto do Zebu estava com a bateria da moto seca, e só haviam nós dois sobrando na granja. Fui procurar alguém para ajudar, mas não tinha. Um moço ajudou o Zebu a ligar a moto, e não poderíamos parar porque para ligar a moto novamente iria ser mais um capítulo de novela. No caminho, cenas tristes de devastação da nossa floresta:



E a chuva estava a chegar. Vrummm!!!

A chuva começou a cair mais forte, e o barro a transformar em lama. Encontramos o Mudo no meio do caminho, caído no chão. Ele havia atravessado uma ponte de madeira e perdeu o equilíbrio. Após muitas risadas, tiramos ele de lá.


A chuva não dava trégua, parecia que estava nos perseguindo. Finalmente, conseguimos sair da pior parte.

Pit stop

Quando estávamos quase chegando na AABB, o Zebu atolou a moto na areia fofa. Muito fofa mesmo, pois estava encharcada e parecia uma lama. Ainda bem que a moto não morreu...

Finalmente, AABB. Estávamos todos cheio de lama, mas o sorriso no rosto não escondia a felicidade.

Pega!!!

UHUUUU!!!

Olha o estado dos pés:

Nada melhor que uma piscina para refrescar. Cheio de lama, tomei uma duchada e caí na água.
Nunca um banho de piscina foi tão bem-vindo quanto hoje. Nossa! Que cloro gostoso!! Como estou limpiiinho...


Como se não fosse suficiente, ligaram o tobogã e voltamos todos no tempo. Crianças novamente..

Petros! Login! Maersk! Hahaha...

Se a minha memória não falhar, nunca mais havia me divertido tanto e dado tantas risadas quanto nesse dia, tampouco esperava que fosse um dos melhores dias da minha vida. Essa turma é boa mesmo. Transformamos quedas e desastres em motivos de risada. Aliás, qualquer coisa é motivo de risada.
Apesar de eu ter tirado várias fotos, a imagem marcada na mente de cada um sempre será a mais nítida e a mais engraçada, eternamente.

Vou sentir saudades de vocês!
Beijos na bunda...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Aspirantex

Terminado a formatura, fomos todos a uma viagem de instrução para Breves, uma cidade no interior do Pará, a bordo de um catamarã da Marinha do Brasil, o N/A Pará.
Fomos ao navio deixar as malas na segunda feira e embarcamos na terça. O navio é grande e confortável, e a pernada de aproximadamente 250km durou 20 horas. Durante a viagem tivemos algumas aulas bestas sobre coisas que já sabíamos, inclusive algumas do tipo Telecurso 2000 nível 2° grau ou até menos. Só para cumprir a tabela, para variar.
No percurso cruzamos com o navio Castilho de Montalbán, da Elcano.


Sem o que fazer, demos um sacode no Carvalho.

Imensidão dos rios da Amazônia

Chegando em Breves, fui logo pagar uma conta do cartão que estava a vencer. Fiquei mais de 1h30min na fila até ser atendido.. Interior é assim mesmo. Em Breves tem uma agência de correios, uma agência do Banco do Brasil, uma do Banpará, uma igreja, e uma avenida principal. A internet nos cybers é lenta, mas meu modem da Vivo pegou muito bem do navio. Alias, durante o percurso todo havia sinal, exceto em alguns pontos. Já a TIM pegava muito mal e a Oi nem se fala.
Como não há estrada que liga Breves a qualquer outro município, a quantidade de carros lá é muito reduzida e a maioria do povo anda de moto.
Falando em moto, logo que chegaram na cidade todo mundo foi alugar uma moto. Desses, 50% nunca tinham andado de moto antes e 90% nao tinha carteira! Mas como interior é um cabaré mesmo, todos alugaram. No interior o que vale é a lei do cão: Sem habilitação, emplacamento, capacete e nem mesmo retrovisor, o cara aluga numa boa. Muitos inexperientes aproveitaram esta oportunidade para fazer uma moto-escola, como o Zebu e o Edivaldo. No dia seguinte, já estavam cortando as estradas de barro da selva a 100km/h, fazendo rally.
Já no primeiro dia, o pessoal (cerca de 25 motos enfileiradas) foi para um igarapé. Eu iria com eles também, mas como estava no banco, me perdi deles. (Sem contar que o sinal da TIM é uma porcaria aqui). No meio do percurso, o Nunes caiu numa poça de lama e ralou o ombro. O Daniel Lima o trouxe de volta para o navio e então eu voltei na moto com ele. Fomos até um pesque pague, a cerca de 25km do centro. Foi uma caminhada boa. Como foi a primeira vez, fomos devagar e demoramos 50minutos para chegar.
A proprietária, dona Lourdes, nos recebeu muito bem. Conversamos um pouco e descobrimos que ela é Paranaense. Disse a ela que da próxima vez iria tomar um chimarrão com ela.


A água do igarapé lá era bem gelada, mas como já eram 18:00, decidimos só tomar banho da próxima vez.

Lá parecia um zoológico: Tinha tucano (Bruno),

javali (eu),

veado (Elmar),

araras,

jibóia (Matosão),


e até perus e galinhas. Glugluglu!!

Adorei tudo aquilo, pena que não tinha mais tempo. Roubei um pouco da ração das galinhas,

e a arara me ajudou também! Hahaha... Tem coisas que só acontecem no Pará..

Quando voltamos a Breves, o dia já estava escurecendo. Ficamos tomando sorvete e logo.. CAMA!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Formatura! (Parte 3 - Baile)

A nossa formatura aconteceu no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, inaugurada no início deste ano. A nossa turma foi a primeira do CIABA a se formar lá. Demorei um pouco para encontrar a minha mesa, pois o Almirante não gostou do lugar que a Comissão de Formatura o reservou, e pediu para que trocasse a mesa, bagunçando toda a ordem que havíamos definido previamente. A festa era para ter iniciado às 22:00, mas houve atraso e só começou às 23:00. Enquanto isso, tiramos as fotos para o álbum de fotos dos fotógrafos da festa.

Mesa completa

Zebu

Todos os convidados

Mãe

Nhac!!

A cerimônia iniciou e o mestre de cerimônia começou a chamar os formados pela ordem alfabética. A turma ficou na retaguarda do salão na maior bagunça, e ao chamar o nome da pessoa, a gente gritava o nome da mãe dela..
No final, sobrou eu e William. Então eu esperei e entramos juntos. Nessa hora, já estavam todos no palco e o pessoal nos carregou.


Teoricamente, era para ter uma escada no palco para que a turma toda posasse para uma foto juntos. Porém, só havia o palco e o chão e 105 formados. Então, novamente reinou a bagunça e brindamos cada um do seu jeito.


Febem

Cibele

Pedrosa

Nem deu tempo de tomar champagne, e já iniciou a valsa.

Valéria

Tia Andréa

Leandro

Aristides

Tandy

Salva-vidas de aquário!

Tia Marta

Macaco

Abraço coletivo

A Dona Rocilda quase me engole querendo me dar um beijo, oh!


Que chupããããããããããããooo!! Haja fôlego!!

Wei de todas as mães

O Zebu duvidou que eu subisse no palco...

;)

Olha só a cara do Zebu!!!

Roubei a peruca dos dançarinos e saí tirando fotos.

Wamser, Fraldinha e Zebu

Fraldinha

Dança do Siri


Olha a tia do Mesquita!! Hahaha..

Meus feras

Olha a Jaqueeeeee!!!

Família do Of. Amaral

Rommel, meu veterano

Mãe da Gostosa (Tati Baleia)

Família Anão

Pai do Cepacol (Como são parecidos, né?!)

Chibata, Lulu e Uni

Jurin, Dona Da Luz e Sr. Ferreira

Isabola!

2 feras e a Shay

Xaula e Fraldinha! Muah!!

O Gordo

Gio, minha fera

Meus feras - Tudo viado!!!

Taisa e DD

Olha o estado do Zebu!!


Naza

Olha a gaia do namorado da Elizabeth! Heeeiinnnnn...

Familia do Wamser e Jamanta

Galera do 2° Ano

Maguim e Maguinha

Família do Mago

Anão & Anão's brother

Anão & Tozin

Cruz & sua cara de gay

Todo mundo no palco!!

Família do Berry


A festa foi muito boa e animada, apesar dos atrasos e da desorganização. Eu sempre digo que quem faz a festa somos nós. Poderia ter só o salão vazio, que a galera iria botar para quebrar. Portanto foi um sucesso, pois todos estavam felizes e animados e nada conseguiu tirar o brilho do baile. Tive que ir às 04:00 para deixar a minha mãe no aeroporto, mas a festa ainda estava agitada.

Beijos na bunda!!!

Formatura! (Parte 2)

De manhã estava programado o culto evangélico, mas como não sou, decidi levar o povo à praia de Mosqueiro, a cerca de 70km de Belém. É uma praia de rio, com poucas ondas, onde o pessoal de Belém passa os fins de semana e o carnaval.
Minha mãe ficou com a Mestre e a amiga em Belém, já que passou o dia de ontem todo comigo.
Convidei o Mesquita para vir na van conosco, já que haviam 7 lugares sobrando, porém a tia dele preferiu acompanhar no carro que ela alugou.
No caminho, parei num barzinho que havia almoçado há quase 3 anos atrás e a tia ainda se lembrava de mim, por incrível que pareça. Disse a ela que trouxe a minha família para conhecer Mosqueiro e pedi para que ela preparasse o peixe para almoçarmos na volta da praia.
Assim que chegamos, fui direto para a água. Os outros timidamente juntaram-se aos poucos, e logo estavam todos pegando carona com as ondas.


Fizemos até a famosa Dança do Siri:

Salva-Vidas

A vantagem da água doce é que não arde os olhos, e não precisa tomar banho de chuveiro após o banho, pois não fica colando na pele.
Ficamos batendo papo com a família do Mesquita e a moça do bar. Quando a fome bateu, levei o povo ao centro de Mosqueiro para conhecer o Mercado Central e o famoso Banco dos Cornos, onde renderam muitas risadas.

Olha a gaia!!!

Voltamos ao bar para almoçar peixe. O povo provou açaí, mas não gostaram porque não colocamos açúcar (Eu e o Mesquita já estávamos acostumados a comer sem) e acharam muito amargo. Problema deles, pois sobrou um monte para nós dois. A Valéria pediu uma porção de pato guisado, mas só tinha osso! O peixe estava uma delícia, e todos adoraram. Fiquei com um espinho preso na garganta, mas comprei 2 bananas e engoli com farinha e o problema foi embora junto.


No quintal do barzinho havia pés de cupuaçu. O cupuaçu é uma fruta natural da região Norte, e ele tem um poder de fixação muito forte. O cheiro perfuma a casa toda e demora para sair. O cupuaçu só poderá ser recolhido quando cai no chão, e nunca deve ser retirado do galho, pois ainda está verde. Do cupuaçu é feito suco, polpa, bombom, perfume, sabonete e outros produtos. É uma fruta que tem uma enorme importância econômica para toda a região.


Mmmuah!!!

Voltamos para Belém, todos dormindo no meio do caminho. Também, quem não dormiria após o sol da praia, o almoço de peixe com açaí e o ventinho do ar condicionado no rosto?! Quando acordaram, já haviamos chegado na Basília de Nossa Senhora do Nazaré, local onde todos os anos acontece o Círio de Nazaré - uma das maiores e mais tradicionais festivos religiosos do Brasil, além de ser a maior festa cristã do planeta.


Fomos novamente ao Polo Joalheiro, pois a Tia Andrea quis comprar mais jóias e artesanatos do Pará. O local era um presídio, onde foi desativado em 1990 e após reformas foi transformado no Pólo Joalheiro São José Liberto, onde abriga várias oficinas de jóias e artesanatos, como também um auditório para pequenos concertos e o museu do antigo presídio.


Ohhh...

Todo mundo em cana.

Vista do jardim interno

Todos voltaram para casa e se arrumaram para o baile à noite..

Beijos na bunda!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Formatura! (Parte 1)

O tempo passa tão rápido que a gente nem percebe. O nosso tempo já está corrido, e nesses dias ainda inventaram um curso pago pela Petrobras sobre Plano de Contingência. O curso é muito bom, mas o planejamento foi horrível, por parte do CIABA. Muita gente faltou o curso, pois estavam em cima da hora e tiveram que buscar a família e dormir com eles no hotel, etc. Assisti só a metade das aulas, e tive que dormir no quartel, pois estava morto de cansaço.
Quando acordo, já é o dia da minha formatura. A gente se arrumou, mas nem estava com clima de um grande evento, da nossa própria formatura. Parecia um desfile qualquer, já que estamos acostumados com eventos deste tipo.
Entramos no campo e a cerimônia iniciou. Ficamos enfileirados em forma de âncora, mas não tenho foto da formatura ainda.



Houve a troca de platinas, e trocamos a platina de 3° ano para a de praticante. Vieram a minha mãe, Valéria, Leandro, Franklin, Vitor, Tia Andrea, Aristides, a Monge, a amiga da minha mãe, e a amiga da monge.


A cerimônia durou cerca de 40 minutos, contra os 60 dos anos anteriores. Isso foi devido à entrega de prêmios que foi realizada ontem, antes feita durante a própria cerimônia.
Disseram mil vezes que não eram para a gente jogar o quepe após a formatura, mas esse pedido não foi atendido. E a sensação foi muito, mas muito gostosa!! Não me arrependo.. Me lembrei da frase: "Tudo que é proibido é mais gostoso". Depois quando vi essa foto, fiquei arrepiado:

Êêêêêêêê!!!

A turma fez a maior bagunça no campo. Fazendo um grande bolo no campo, gritamos, pulando: "Uh! Uh! Uh! Uh!". Quem não gostou nem um pouco foi o Almirante. Deve ter saído puuuuto do palanque.. Mas que se dane, o importante é que todos estavam super felizes.

Após a cerimônia, houve o coquetel e aproveitei para apresentar a minha família e conhecer as outras.

Família do Anão - Cadê a Branca de Neve?

Wamser

Junin

As Raparigas do Wei

As mães do Wei - Haja mães!!!

Mostrei as instalações da escola à minha família e fomos almoçar no Restaurante Tetto, em Icoaraci. Depois fomos ao atelier de cerâmica, ainda em Icoaraci.

Também conheceram o Mercado Ver-o-Peso,

o Polo Joalheiro e o Forte do Castelo.

O dia estava feio. Choveu demais, mas não o suficiente para tirar o sorriso no rosto e o brilho nos olhos do pessoal. Não é comum chover assim em Belém, mas mesmo assim conseguimos visitar todos os locais planejados e todos adoraram o passeio. Acharam esquisito o Tacacá, e pior ainda a Maniçoba, pratos tradicionais daqui do Pará. E amanhã tem praia!

Beijo na bunda...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Resumindo...

Bem, até que enfim tirei um tempinho para escrever no blog.
Estes últimos dias estão uma loucura. Não tenho tido tempo para fazer absolutamente nada, dormido tarde e acordado cedo. A lavanderia não está funcionando e sou obrigado a montar as minhas favelas de vez em quando.
Tive levando o pessoal de Máquinas para visitar a oficina, onde conseguiram absorver algumas noções sobre manutenção, solda e torno.



No último dia do serviço na oficina, o Mestre disse para que eu fosse ao navio cobrar o serviço que fiz ao Comandante. Fui lá, discuti bastante com o Comandante, pois ele estava chorando que o preço estava muito alto. Que se dane. Quem manda serem orgulhosos? Agora vão comer o pão que o diabo amassou. Não dei o braço a torcer, e ele disse para eu voltar no dia seguinte.
Não levei nada, mas pelo menos descolei um rango chinês que havia tempo que não comia:


No dia 29/11, decidi fazer a última cantina definitivamente, pois o dia seguinte seria a passagem da Cana do Leme. Fiz 11 pizzas grandes, e não foi suficiente para todos, pois havia o 1° e 2° ano, e mais o pessoal da Transpetro, esfomeados - para variar. Mas chega, né.. Quem vê de fora pensa que é fácil fazer pizza. Comer é sim fácil, quero ver meter a mão na massa!
Tinha tanto fera que tiveram que sentar no chão e nos dutos de incêndio:



Durante o dia, todos exclamavam: "É hoje, é hoje!!!". Para quem não sabe, "é hoje" significava que aquele era o dia do Foda-se.
O dia do Foda-se é uma confraternização da escola. Uma tradição que não se consegue traçar suas origens, mas pelo que sabemos, existe há mais de 30 anos. Esse é o dia em que o fera (1° ano) desconta o que os veteranos fizeram com eles durante todo o ano. Então, de madrugada saem todos no pátio principal e transformam-se em gladiadores, munidos com seus panos verdes (os lençóis da cama).
Tudo isso parece ser muito divertido, porém nos últimos anos aconteceram vários acidentes envolvendo alunos de diferentes anos, e inclusive foram feitos inquéritos policiais porque um aluno quase perdeu a audição, entre outros.
Quando eram 21h, os alunos do 2° ano começaram a agitar, pois eles não tinham nada a perder - A brincadeira é exclusiva dos 1° e 3° anos. Resumindo, fizeram muito barulho e acabou chamando a atenção da Oficial de Serviço, que ficou no pátio durante uma hora. Desse jeito, o pessoal acabou morgando a brincadeira. As meninas até que brincaram um pouco, seqüestrando uma pessoa da outra turma e levando ao banheiro, enrolando no papel higiênico e pintando a cara de batom. Depois, a carregavam e jogavam no meio do corredor. Hehe.. Eu já estava morto, mas quando vi que não iria acontecer mais nada, fui dormir.

Lista negra que apareceu no banheiro do 3° ano:

No dia 2, me acordaram às 5:30 para ir à Corrida do Marinheiro. Perguntei se estavam loucos, pois a corrida só começava às 7h. Sem querer ir, eu fui. Chegando lá, não havia ninguém. Já não estava a fim de correr, ainda disseram que este ano não iriamos ganhar camisetas, pois não houve tempo para arrecadar patrocínio.
Dormimos um pouco e às 7:20 largamos no pelotão da Marinha. Eu não estava nem um pouco preparado para a corrida, e fiquei correndo devagar, junto com o Abreu e o Pontes. De repente, o Montalvão aparece do outro lado da avenida, acenando. Isso a gente já estava quase no meio do caminho. Nem pensei duas vezes. Peguei uma carona até o Aeroporto e tomei um milk-shake de Ovomaltine.



Acabou a corrida, fui para a casa do Cecílio fazer churrasco.

No dia 4, houve treinamento geral para a cerimônia da nossa formatura, que terminou às 17h. Após isso, reunimos no auditório para escutar uma palestra eterna do Comandante. Quando fomos escolher a mesa da formatura, já eram 19h e como os meninos não tinham o que fazer, começaram a rasgar as camisetas dos outros. No fim, havia cerca de 10 homens da caverna, mas só consegui registrar 4:


Neste mesmo dia, fui ao aeroporto buscar no aeroporto a minha mãe e a família de Leandro e Valéria, minha outra família de Recife.

No dia 5 fui buscar a Tia Andrea e Aristides, minha outra família em Recife. À noite, era a entrega dos prêmios aos alunos. O Nelson levou bem uns 7 prêmios. Eu levei só o de Inglês Técnico I e II, oferecida pela Maersk, a mesma empresa em que irei trabalhar. Foram eu de Náutica e o Seck de Máquinas que ganharam. A Renata veio do Rio de Janeiro só para entregar o prêmio e conversar com o pessoal que passaram na empresa sobre vários assuntos, incluindo datas de embarque e documentação exigida.

Me&Seck

Galera da Maersk

Prof. J. Alves

O prêmio foi uma bolsa para Notebook. É bonzinho, mas notebook que é bom, nada. Hehehe...
Apresentei Leandro e Valéria para o pessoal daqui, e eles adoraram conhecê-los. Valéria tirou muita onda no auditório, tinha gente que não parava de rir, e eu morria de vergonha... Hehe!!
Tá bom, chega que amanhã tem a formatura!

Beijão na bunda.